Renata Marques
Onze anos coordenando resposta a incidentes em instituições financeiras. Conduziu a contenção que originou a fundação da casa.
Arquivo Líquido nasceu em 2017 dentro de uma sala alugada na Vila Madalena, depois de seus três fundadores conduzirem a resposta a um incidente que pautou jornal nacional. Continuamos pequenos por escolha.
O mercado brasileiro de segurança cresceu acoplado a vendedores de produto. Antivírus, firewall, plataforma SIEM com logo bonito. O que faltava — e ainda falta — é gente que opera as ferramentas, monta a postura defensiva e responde quando algo dá errado às três da manhã num feriado prolongado.
Arquivo Líquido foi montada para ocupar exatamente esse espaço. Cada operação tem um sócio responsável nomeado. Cada relatório que sai daqui foi escrito por quem efetivamente apertou o teclado. Não revendemos software; recomendamos quando faz sentido, integramos quando vale a pena, e ficamos fora quando não cabe.
Nove anos depois, mantemos a mesma decisão fundadora: equipe pequena, foco estreito, clientes que voltam.
Entregamos defesa que funciona em produção, não documento que descreve defesa. Se o controle não está observável no painel da operação, ele não está implantado.
Toda reunião com cliente tem um sócio presente. Sem analista júnior representando o nome da casa. Sem comercial costurando promessa que a equipe técnica não vai sustentar.
Recusamos projetos onde a postura defensiva não cabe no orçamento honesto. Preferimos não fechar a fechar mal — e dizer isso já na primeira reunião.
Nosso trabalho não termina em dependência. Treinamos seu time interno em cada implantação, escrevemos runbook legível e deixamos a operação pronta para rodar sem nós, se for o caso.
Não publicamos casos sensacionalistas. Não vendemos produtos com nome em inglês recém-traduzido. Nossa reputação é construída pelos clientes que voltam e indicam.
LGPD não é checklist preenchido por estagiário. Estruturamos o programa para sustentar auditoria, fiscalização da ANPD e — sobretudo — proteger pessoas reais cujos dados você processa.
Defesa cibernética é a disciplina de assumir que o adversário já está dentro — e construir a operação para descobri-lo cedo, isolá-lo sem demora e voltar ao normal sem perder a confiança de quem nos contratou.
Engenheiros, advogada, analistas. Todos sêniores. Todos com responsabilidade nominal sobre o que entregam.
Onze anos coordenando resposta a incidentes em instituições financeiras. Conduziu a contenção que originou a fundação da casa.
Arquitetura AWS, GCP e Kubernetes em produção crítica. Construiu o baseline interno aplicado em trinta e seis operações ativas.
Advogada com pós-graduação em proteção de dados pela FGV-Rio. DPO terceirizada para sete operações em saúde, educação e varejo.
Conduz o time de red team. Especialista em adversary simulation com escopo realista — web, mobile, API, infraestrutura corporativa.
Constrói a camada de observabilidade defensiva — regras de SIEM, threat hunting, correlação. Veio do SOC interno de um banco médio.
Coordena a escala 24×7. Onze incidentes contidos em 2024, sem rotatividade no time desde a entrada na operação em 2022.